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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Lendo Por Aí: Por que elas desejam os gays?

Elas são jovens, bonitas, modernas e declaradamente heterossexuais. Mas são vistas nas baladas assediando e namorando garotos homossexuais. O que explica essa curiosa atração


A publicitária Juliana Sanches, de 28 anos, esbarrou num vizinho no prédio em que morava e se apaixonou. Era o homem perfeito, na porta ao lado: lindo, cheiroso, sensível, atencioso, bem vestido e bem-sucedido. Faltava só o cavalo branco estacionado na garagem. Pouco tempo depois, ela o encontrou numa balada. Ele beijava outro cara. “Ele era o sonho de qualquer garota. Decidi que faria ele virar heterossexual”, diz. Juliana e o vizinho ficaram amigos. Por um mês, ela investiu na relação com a malícia de quem quer mais. Um dia ele cedeu, os dois se beijaram no apartamento. Namoraram três meses, mas o clima não esquentou. “Uma árvore causava nele a mesma reação que uma mulher pelada”, diz a publicitária. Ela diz que agradeceria se ele fosse ao menos bissexual.

O desafio de Juliana parece ser compartilhado por um número cada vez maior de meninas. Elas querem um gay para chamar de seu. O assédio feminino é tão frequente que muitos gays reclamam. As marias purpurinas – apelido dessas garotas que se encantam por homens muitas vezes de voz afeminada e trajes extravagantes – vão a casas noturnas voltadas para o público homossexual para se divertir. E, na falta de héteros no local, paqueram os gays. “Elas atacam mais que as bichas!”, diz o blogueiro e DJ Daniel Carvalho. “Falo na hora que comigo não rola, mas elas passam a mão e ficam em cima. Sempre dou um jeito de fugir.”

As marias purpurinas costumam até aceitar que o sexo fique fora da história. Contentam-se com beijos e passeios a dois. J., de 38 anos, gerente de uma casa noturna, namorou por quatro anos um gay. “Era um amor de idosos”, diz, rindo. “Tinha companheirismo e cuidado, mas não sexo.” A intimidade incluía beijos tórridos e banhos a dois. E só. Para garantir satisfação sexual, saíam com outros parceiros.


O fascínio feminino pelos gays é antigo. E sempre pareceu restrito à clássica amizade entre mulher hétero e homem homossexual, nutrida por interesses comuns. Nos Estados Unidos, o termo “fag hag” descreve as meninas que se encantam pelo universo gay. Nos últimos anos, as linhas que definem as fronteiras entre amizade e relacionamento amoroso parecem ter se fundido. O cinema e a televisão captaram rapidamente isso. Na novela A favorita, de 2008, a atriz Deborah Secco interpretava Céu, uma prostituta que casa de fachada com o amigo gay e se apaixona. No filme A razão do meu afeto, lançado em 1998, a personagem de Jennifer Aniston se envolve com o amigo gay. A série americana Will & Grace, exibida entre 1998 e 2006, faz comédia com um casal de ex-namorados. O homem descobre que é gay, mas a dupla continua enrolada. Em sua segunda temporada, o reality show Girls who like boys who like boys (Garotas que gostam de garotos que gostam de garotos) mostra as nuances da amizade entre os gays e suas amigas.


Parte da explicação vem da abertura recente da sociedade. Com maior liberdade para as pessoas assumirem suas orientações sexuais, as mulheres sentiram-se à vontade para experimentar outras possibilidades. E os gays, liberados para se divertir em relacionamentos convencionais. “As novas gerações não querem se prender a rótulos rígidos e definitivos”, afirma o psiquiatra Alexandre Saadeh, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mesmo porque a atração sexual e o envolvimento afetivo não cabem em definições simplórias. Nos estudos sobre sexualidade, algumas teorias sugerem que a mente humana separa sexo de afeto. Os dois podem ser totalmente distintos. “Uma pessoa pode ser homossexual e heteroafetiva”, afirma Saadeh. Um gay pode gostar de transar com homens, mas ter maior afinidade para conversar e se relacionar emocionalmente com mulheres. Assim como um homem pode ser heterossexual, mas homoafetivo. Ou seja, ele se excita com o sexo feminino e se sente mais bem compreendido pelos amigos do sexo masculino.

Mas, segundo os psiquiatras, há outras razões menos libertárias e que, ao contrário, evocam antigos estereótipos para explicar o arranjo curioso entre gays e mulheres. A primeira delas é que, em geral, os gays são fisicamente atraentes. Preocupam-se com a aparência porque precisam chamar a atenção de outros homens, seres que, por natureza, são seduzidos principalmente pelo apelo visual. Ao contrário de muitos heterossexuais, que nutrem com carinho uma barriga de cerveja e se negam a comprar roupas novas, os gays em geral são antenados com o universo da moda e cuidam do corpo. Mantêm aquela barba milimetricamente mal-feita, o cabelo impecável e o perfume recém-aplicado. Tornam-se irresistíveis ao olfato e ao olhar delas. “Já são maravilhosos e perfeitos à primeira vista”, diz Juliana.

A sensibilidade dos homens gays, que os aproxima do modo de pensar das mulheres, é o segundo motivo que explica esse tipo de envolvimento. Para os psiquiatras, os gays entendem melhor a perspectiva feminina nas conversas e ainda conseguem oferecer o ponto de vista masculino. Querem participar da vida e se mostram disponíveis até como companhia nas compras do supermercado. São cúmplices. “Sempre que íamos sair, ele ajudava a escolher minha roupa. Cozinhávamos, dividíamos segredos e dormíamos de conchinha”, diz uma estilista paulistana. Por seis meses, ela manteve um relacionamento com um homem gay. Não tinha relações sexuais com ele nem nutria expectativas de que ele mudasse sua orientação sexual. Mas o pacote beleza-e-cumplicidade oferecido pelo amigo parecia irresistível.

O desafio de converter um gay a heterossexual é outra razão que fascina muitas das marias purpurinas. É uma busca por autoafirmação. Elas se sentem valorizadas por fazer com que um gay traia a própria orientação sexual por alguns beijos com ela. “Ela se sente muito poderosa quando consegue seduzir um homossexual”, afirma Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Sexualidade da Universidade de São Paulo.
Os motivos que levam alguns gays a manter a amizade colorida não são muito diferentes dos alegados pelas mulheres. Na hora da carência emocional, eles também precisam de referências com quem possam contar. As mulheres estão dispostas a oferecer esse vínculo emocional. O estilista A.B, de 27 anos, já namorou três mulheres. Diz ter certeza de que não é bissexual. Mas, quando bebe demais e elas continuam investindo incisivamente, ele afirma que é difícil resistir. Hoje, Alexandre namora outro homem. Diz que ficar com mulheres dá muita dor de cabeça. “Elas se apaixonam de verdade.”

- Revista Época

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Lendo Por Aí: Os 3 contos



Gostos dos contos, estes são metaforicamente incompreensíveis.
Para que seja concretizada alguma forma de transição, necessita troca.
A troca de poder, de amor ou apenas de forma.

O modo com que as coisas fluem de maneira a se opor a elas tem seus motivos,
seus anseios, seus intuitos.
Não quero usar a incerteza, como forma de proteção, quero que sejamos claros como a transição do ambiente escuro para a luz do sol e seus segundos de adaptação,tornando-se uma câmera.
O mais importante esta nos contos, nas formas de tirar a essência, o doce do galho seco.

A flor é inútil sem a raiz, o homem é inútil sem sua forma de amar.
Sendo esta carente de amor, tendo assim necessidade de achar que precisa,e quando amigo,ama-se para que não precise amar de outra forma.

- Zzeks ( João sem braço )

quinta-feira, 7 de março de 2013

Lendo Por Aí: Bagunça, caixas, lembranças e afins


Deitada de pernas para ar enquanto escutava minha música predileta, percebi que já havia passado da hora de arrumar meu quarto. Estou uma confusão, não nego. E não sei porque, mas sinto que ajeitar meu redor pode acabar me ajeitando também. Pode parecer idiotice, mas de certa forma, funciona. O quarto de uma pessoa nada mais é que um refúgio para todos os seus maiores sonhos e lembranças, que com o tempo (ou a falta dele), acabaram ficando sem espaço no mundo lá fora. E o que fazemos com tudo isso? Guardamos em caixas e mais caixas repletas de pedaços de papeis e fotografias, na esperança de um dia podermos reabri-las e sentir aquele gostinho da felicidade que um dia cada tranqueira daquelas já nos trouxe.

Até porque, você sabe que tudo isso traz muito mais que simples recordações. Cada lembrança, traz consigo um pedacinho do que você é ou deixou de ser em uma dessas reviravoltas da vida. Seja aquela garota sorridente que sempre dizia o que pensava ou aquela criança tão quietinha e diferente das outras, que entre palavras e brincadeiras, acabava sempre optando por um velho caderno e uma caneta.
Da maneira mais cuidadosa possível, abri uma das caixas em clima de nostalgia. Em cima de diversos papeis já amarelados pelo tempo, uma foto com várias crianças sorridentes me chamou a atenção. Custei a reconhecer uma garotinha de faixa colorida nos cabelos e olhinhos brilhando que estava abraçada com outra garota de longos cabelos castanhos, para a qual ela, na época, revelava seus maiores segredos, que por mais bobinhos que fossem, as tornavam as inseparáveis 'melhores amigas para sempre'. A garota, era eu. E quanto a essa amizade eterna, infelizmente acabou. Não me lembro quando nem porquê, simplesmente foi sumindo com o tempo.

E se hoje relembro tudo isso, confesso que sinto saudades, mas aos poucos aprendi que certas coisas a gente tem que deixar ir, por mais que não queiramos isso. Todo novo ciclo possui uma acolhida e uma despedida. E ciclos se renovam todo dia, toda hora, todo momento.
No fundo, a gente se despede do ontem com carinho porque sabe que cada caixa que vai embora é, no mínimo, um aprendizado. As vezes me pergunto se a bagunça que se acumula dia após dia em nossos quartos não é uma vontade nossa, bem sincera e honesta, de nos obrigar a abrir as caixas, portas e gavetas para analisar a vida de vez em quando. As histórias vão, mas a gente fica. E a parte divertida de você relembrar de tudo é que você se analisa, vê o que mudou depois de tempos, ou até mesmo o que não mudou.
Engoli em seco as lembranças quando fechei a caixa. E você deve se perguntar o porquê disso. Mas é que além das tranqueiras e fotos velhas que não tinham mais valor, ali estavam diversas coisas que um dia já foram importantes e necessárias. O tempo passou, mas será que a importância se foi?

Estive a um passo de jogar tudo fora, porém, com um enorme nó na garganta, parei para pensar naquele velho papo de que a gente precisa descartar o excesso e tudo aquilo que não é necessário pra ser feliz.

''Mas e se uma dessas caixas ainda me fizessem feliz por algum motivo bobo?''  Voltei atrás e recoloquei tudo naquela enorme caixa, e decidi, que a partir daquele momento, ali seria a moradia fixa de todas as minhas lembranças.

E se um dia a saudade bater, não terei medo de abrir. Lerei cada carta, beijarei cada foto, e acima de tudo, agradecerei baixinho por todas as pessoas que já passaram por minha vida e bagunçaram cada pedacinho dela.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Lendo por aí: A menina que não sabe mais o que é o amor


Você está se deixando levar. Tudo bem, estamos só nós aqui e não vou espalhar seu segredo para mais ninguém. Pode chorar, pode soltar o que tem mantido preso aí dentro de você depois de tudo. Ninguém te deixou desabar como queria, eu sei. Disseram que você precisava ser forte, levantar a poeira, seguir em frente. Mandaram você respirar fundo e ter um pouco de amor próprio, pelo amor de Deus. E ninguém explicou como você fazia isso, então você entrou nas primeiras portas que teve a oportunidade, agarrou todas as chances que foram lhe dadas, entrou nos caminhos que se abriram, crente que estava seguindo em frente, como todos disseram que você devia. Mas eu sei e você sabe, menina. Você não seguiu em frente. Você apenas está dando voltas para mascarar sua dor. 

No fim do dia, seu coração continua exatamente do jeito que você o deixou ontem: despedaçado. Você tenta preencher os buracos com qualquer sinalzinho de amor, mas não dá para preencher os vazios da alma com um pouco de atração. Seu teatrinho é válido, todos estão felizes por você. Mas pode parar de fingir, te dou a carta de alforria. Só hoje, apenas hoje, amanhã você já pode colocar a máscara novamente. Mas, por hoje, permita-se chorar e ficar triste novamente por todas as histórias que deixou para trás. Pode sofrer novamente por todos os caras que te magoaram. Pode chorar por ele. Eu deixo. 

Eu sei o que você está pensando por aí. Que você tem que se apaixonar pelo primeiro que aparecer. Que você precisa colocar outro no lugar dele. Parece mesmo bem bonita essa imagem: ele saindo do seu coração e dando lugar a outro. Na teoria, é tudo o que você sempre sonhou. Na prática, é só discurso para enganar as pessoas ao seu redor. Você não vai se apaixonar por ele, menina. Por nenhum deles. Pelo menos, não enquanto você estiver fazendo tudo isso como uma obrigação. Não é obrigatório amar o tempo todo. Você sabe disso, não sabe, menina?

Você já soube tanto o que era o amor. Você vivia por aí sem medo dele. Andava para lá e para cá, sem receio de amar da sua própria forma, mesmo que todos julgassem o que você chamava de amor. Mas depois que tudo acabou, menina, você finge por aí que ainda sabe como é amar, mesmo quando você deixou de ter noção do básico sobre esse sentimento. Amor não é nada disso que você anda falando, menina. O nome disso é só dor de cotovelo. 

Um dia você vai amar novamente. Eu prometo. Um dia você vai realmente querer seguir em frente, e não apenas chutar alguns passos em linha reta apenas porque dizem que é o que você tem que fazer. Um dia você vai abrir uma porta que realmente queira abrir, e não uma em que já pense em como irá fechar daqui a algum tempo. Não são apenas frases de auto-ajuda, menina. É apenas a verdade: no dia em que você se livrar desse peso de ter que amar de novo, desse desespero de ter que ter alguém outra vez, nesse dia você vai ter, finalmente, o amor de quem mais importa. Seu sonhado amor próprio. 

E eles nunca mais terão o poder de te machucarem outra vez, menina. Pelo menos, não tanto. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Como não sentir falta?

Saudades do pessoal do colégio, era com eles que eu conversava, estudava, zoava, bagunçava e aprontava. Como não sentir falta? foi com eles que eu passei os 3 anos do Ensino Médio, uns até mais do que isso!


Quem é que não sente saudade que atire a primeira pedra. Ainda mais quando se fala do tempo da escola dos amigos  das bagunças, das colas, dos primeiros romances e primeiros beijos, enfim, a escola é realmente algo que nos faz falta em algum determinado tempo da vida. 



Para a grande maioria, foi somente no tempo de escola em que era possível ter toda a sua turma reunida, falando sobre assuntos diversos, brincando, zoando e realizando as mais loucas aventuras. Mas com o fim da escola cada um segue o seu destino, há os amigos que vão fazer faculdade em outras cidades ou regiões, os que se distanciam, os que você não obtém mais notícias e, é claro, aqueles inseparáveis amigos que te seguem até hoje. 



A saudade de seus amigos da escola bateu, e você tem a vontade de rever cada um, saber como caminham as coisas e tudo mais? Que tal uma dica? 


Se você está disposto a ver todos seus amigos da escola, por que não organizar uma festa.


Ou uma sessão de filme na casa de ‘fulano’, um encontro em um barzinho, enfim, veja o lugar mais adequado para reunir toda a sua turma. No entanto, é lógico que reuni-la por completo não será uma das tarefas mais fáceis, já que não são todas as pessoas que poderão ir ao encontro. Não é à toa que o velho ditado diz que a saúde é a prova de que o passado valeu à pena, e caso você não tenha um novo encontro com seus amigos da escola, junte tudo o que restou como fotos, o que fará com que você perceba que tudo ainda flui em seu eu, que tudo está guardado dentro de você. 



Há quem diga que jamais irá sentir saudades da escola e, sobretudo, de seus colegas de classe, no entanto, não sabe o que está dizendo, pois futuramente perceberá que nada funciona da forma que pensava, ou seja, se você pensa que com a chegada da maturidade você poderá fazer o que bem entender, está completamente enganado. 


Saibam valorizar esse período. Vocês irão levar essa lembrança para o resto de suas vidas. o que fica de tudo isso? os amigos, os valores e principalmente a saudade. Saudade dos colegas da escola, dos professores e até das intriguinhas que rolavam de vez em quando.

E você sente ou vai sentir falta da turma do colégio?

domingo, 23 de dezembro de 2012

Lendo Por Aí: O mundo nas mãos.


   Egocentrismo sempre foi meu forte, eu gosto de ter atenção e dar atenção, é fato que tudo o que é demais se torna chatonão se sentir sozinha num meio de tanta gente é raro. Claro que é sempre ótimo aqueles momentos que a gente está sozinho, escutando alguma música, escrevendo em cadernos, ou coisas assim, mas aquele momento que você entra na internet e consegue ver que várias pessoas pensam sobre um mesmo assunto que você, ter audiência em seu blog, conseguir ver opiniões diferentes e de vários lugares, é muito gratificante e abre portas para a criatividade, ainda mais numa rede em que existem milhões e milhões de pessoas online e milhões de idéias de pessoas com culturas diferentes da nossa.

   Como tudo tem seus prós e contras, ter uma certa popularidade na internet exige mesmo sem querer consciência e maturidade, sair expondo a vida toda na internet pode trazer problemas e problemas graves, assim como devemos ter maturidade para receber críticas boas e ruins, e ao recebe-las saber filtra-las, além de tudo deixar toda a inveja - que naturalmente surgirá - de lado afinal ninguém é perfeito, e as vezes lidar com a maldade dói mas faz a gente evoluir, não podemos desistir nunca dos objetivos que sempre temos, por culpa de outros, pois cada um pensa de um jeito, você poderá saber de muitas outras opiniões contra e a favor sobre um mesmo assunto, com o tempo as nossas próprias opiniões vão sendo modificadas, outras vão se manter intactas, mas ter a essência da sua personalidade em tudo o que dita e não a essência de uma copia dos outros é o mas legal e o mais difícil também, porém quando conseguimos reconhecimento por aquilo que é nosso podemos ter aquele orgulho todo do próprio trabalho, e é uma das melhores sensações que existem.

   Ter o mundo nas mãos é perigoso, exige cuidados, é mágico e inigualável,o poder da comunicação é grande demais, uma palavra pode mudar o dia de qualquer pessoa, e isso torna tudo ainda mais intrigante e intenso ao apenas abrir aquela telinha do computador...

 - Lecticia Péttine  (Quem Poderia Imaginar )

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Lendo Por Aí: Amizade!



As melhores amigas estão acostumadas a se ver todos os dias. Mas e quando elas estudam em escolas diferentes, em cidades distantes, ou não podem se encontrar todos os dias? Ou quando são, por exemplo, amigas pela internet? É mais difícil se acostumar com o fato que você não pode ver a sua amiga todos os dias, quando vocês estudaram na mesma escola durante anos e agora uma de vocês terá que mudar. Ou quando acontece a temida mudança de cidade: como lidar com os amigos que estão sendo deixados para trás? Com o fato de que você não consegue se adaptar sem a presença de quem sempre contou?
A distância não precisa – e nem é -, um problema na amizade. Já tive (e ainda tenho) várias amigas que não estudam na mesma escola eu, que moram em cidades diferentes e isso não atrapalha exatamente em nada a amizade. É possível driblar a distância com SMS, encontros no MSN, um passeio diferente nos fins de semana e até visitando a sua amiga ou amigo. Eu mesma conheço desde a infância duas meninas que sempre tive relações estáveis, e mesmo morando longe ou estudando em outra escola, a amizade sempre continuou forte.
É claro que, nas primeira semanas, a amizade pode sofrer. Vocês estão acostumadas a se ver sempre e todos os dias, e a saudade vai aumentar muito, além do fato de não poderem se ver sempre, o que costuma ser bem chato. Mas não deixe a amizade cair sempre conversando com ela pela internet: Twitter, Facebook, MSN estão aí para isso. Também não esqueça de ligar: afinal, ouvir a voz da amiga aproxima muito mais do que só teclar nas redes sociais.
Não deixe sua amiga de lado e sempre procure contato com ela. Marque várias saídas, quando, por exemplo, houver feriados e fins de semanas. Tenho algumas amizades do qual saio sempre, e por isso, não deixamos nunca de nos ver, e justamente por isso a amizade não sofre com os dias separadas. Não esqueça de reservar atenção.
Já no caso de amigas da internet – o que acontece muito na adolescência -, o segredo é sempre manter a amizade próxima. Cultivá-la, conversar todos os dias, manter a aproximação com a sua amiga (de preferência, uma amiga com muita confiança, já que na internet é difícil saber com quem se realmente conversa), troque ideias, converse sobre as bandas, artistas, filmes ou séries que vocês gostem, e conversem sempre por MSN. É fácil manter uma relação próxima sem a distância separá-las.

domingo, 11 de novembro de 2012

Lendo Por Aí: Eu não sei lidar com isso, me perdoa


Hoje eu só queria aliviar um pouco dessa culpa que me pesa os ombros. Não adianta, não importa o que a gente faça, sempre vai ter uma coisa incomodando, uma pedrinha dentro do sapato que machuca sem parar o dedinho da ponta. Eu não consigo, entende? Simplesmente eu não entendo o porquê disso tudo.
Podia ter acontecido com tanta gente, de tantas formas, mas foi acontecer com você. Logo com você. Eu, sinceramente, não entendo. Já senti raiva, tristeza, mais raiva e uma indignação. Depois passei a sentir culpa. Sei que devia fazer alguma coisa, mas não consigo. Por favor, me perdoa, mas eu não consigo te ver assim. Sei que é egoísmo da minha parte, mas aceito que não sou uma pessoa evoluída pra conseguir aceitar bem as coisas.

Ninguém entende a ligação que a gente sempre teve. Era tão bonito, tão puro, tão intenso, tão natural. É isso mesmo, natural. Sem forçar sorriso, sem forçar abraço, sem forçar beijo, sem forçar um amor só pra ficar interessante. Era simples, era beijo estalado, era abraço apertado, era olho no olho, era piada, era segredo, era bobagem, era conselho, era magia, era pureza.

Nunca mais a minha vida foi a mesma. Na verdade, nunca mais eu fui a mesma. Nem você. Nós mudamos. E isso me dói. Me dói tanto, mas tanto que o meu coração encolhe, fica pequeno, bem pequeno e eu não sei o que fazer com ele. Eu entendia tudo quando você sorria aquele sorriso que eu nunca mais vi. Meu Deus, como sinto falta de antigamente. Como sinto falta daquele tempo onde as coisas eram mais fáceis. Onde eu achava que tudo era eterno. Inclusive as pessoas.

Eu não quero ter pena de você. Não quero sentir tristeza por você. Não quero sentir uma revolta dentro do peito. Não quero mais procurar respostas. Não quero pensar em você e sentir uma lágrima quente descer pela bochecha. Não quero mais sentir saudade da sua voz. Mas eu sinto tudo isso. E isso me dói, me dói, me dói e eu poderia ficar falando me dói, me dói, me dói até o fim da vida.

Você sabe que te amo? Sabe mesmo? Por favor, diz que sim. Eu sei que você de alguma forma sente todas as boas vibrações que mando todos os dias. Eu penso em você sempre. Te mando beijo, te mando abraço, te mando carinho, te mando o meu melhor. Mas eu não sei lidar com isso, me perdoa. 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Lendo Por Aí: Responsabilidade Feminina

 
 Não precisamos de muito. Às vezes um lingerie combinando faz a gente se sentir a mulher mais linda do mundo. Dobrinhas incomodam e tem dia em que o cabelo cria vida própria, mas o que fazer? É tão bom ser mulher. Dormirmos com outras sem sermos tachadas de homossexuais. Não precisamos chorar para demonstrar sensibilidade e sempre encontramos um abraço protetor quando precisamos.

Queimamos soutien, assumimos a fragilidade e construímos força. O tamanho do nosso cabelo não define feminilidade e – sejamos clichê – o tamanho da roupa não define o caráter. Escondemos histórias e omitimos verdades com a mesma facilidade com que respiramos, se precisar – e seja homem! Encante-nos o suficiente para que não queiramos fazer isto.


Podemos ser bagunça. Assustamos com nossos gritos e mudamos de idéia com a mesma facilidade com que trocamos de roupa. Não somos mais o sexo frágil. E algumas sabem exatamente a linha tênue existente entre ser sensual e ser vulgar. As outras? Ainda estão aprendendo.


Delicadeza e brutalidade andam juntos na hora certa. Consumimos álcool, gostamos de futebol, mas ainda optamos pelo cavalheirismo. Nada mais nos obriga a resistir no primeiro encontro. Nada nos impede de sermos tão exigentes quanto os homens. Analisamos corpos, mas cedemos a um bom papo. Podemos não ser a mulher da sua vida e já escolhemos sumir (ou não) no dia seguinte. Apesar de tudo, ainda gostamos do antiquado. Esperamos ligações, puxões pela cintura e uma dose de força na hora certa. E não precisa abrir a porta do carro. Só se preocupe com a conta, porque, meu querido, ela ainda é sua. 


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Lendo Por Aí: Viva o hoje e seja feliz enquanto há tempo.


Muitas vezes damos importância demais para problemas que não afetam nossa vida em nenhum sentido. Muitas vezes ficamos assustados com o que vai acontecer com o nosso futuro, e esquecemos de que nem o passado nem o futuro importam, apenas o presente. Apesar de todos os problemas, todas as confusões, nunca deixe seu presente ser abalado. Aliás, a vida é uma só, e não existe passado nem futuro depois que morremos, pois ela é feita apenas de presente. Então viva o hoje e seja feliz enquanto há tempo.(odeio∞rotulos) 
 
Muitas vezes damos importância demais para problemas que não afetam nossa vida em nenhum sentido. Muitas vezes ficamos assustados com o que vai acontecer com o nosso futuro, e esquecemos de que nem o passado nem o futuro importam, apenas o presente. Apesar de todos os problemas, todas as confusões, nunca deixe seu presente ser abalado. Aliás, a vida é uma só, e não existe passado nem futuro depois que morremos, pois ela é feita apenas de presente. Então viva o hoje e seja feliz enquanto há tempo.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Lendo Por Aí: O fim e a aliança jogada pela janela





A última coisa que eu ainda tinha de você, ontem eu joguei pela janela. A intenção era jogar a aliança e o amor, mas foi só a aliança. Uma hora eu esqueço e o amor vai também, mas por enquanto você continua irritantemente guardado aqui. Mesmo quando o que me resta de você são só as minhas lembranças e a música que você dizia que era nossa.
Eu sei que parece birra de menina boba. Você vai dizer que continuo a mesma mimada de sempre. É besteira e eu já devia ter deixado pra lá. Quem é que continua sofrendo pelo mesmo cara depois de tanto tempo, não é? Você deve pensar aí do seu canto que é só mais um dos meus defeitos, essa mania de não desapegar. Eu não falo nada, nem te contrario, porque devo ser muito boba mesmo. Mas você ainda lembra que eu era a sua pequena?
Não consigo aceitar que hoje você ande por aí como se nós nunca tivéssemos nos amado. Não consigo aceitar que passe por nossas lembranças, batido, como se não tivesse significado tudo o que significou. Me ensina aí como é que faz para deixar pra trás uma história inteira e seguir em frente, virar a página, essas coisas que todo mundo continua repetindo que eu tenho que fazer. Não te culpo por nada não, nem por ter me superado, eu só queria saber como você fez isso quando dizia que eu era a garota da sua vida.
Escuta, eu queria te dizer que não se diz para alguém que ela é a pessoa mais importante de todas e depois a trata como se ela tivesse sido uma mera desconhecida. Não fala de mim por aí como se eu tivesse sido uma qualquer. Não destrói ainda o que resta de você em mim. Nem finge que não resta mais nada de mim em você.
Por mais que você finja para todo mundo que eu não fui ninguém, que nós não fomos nada, eu ainda sei qual é a sua comida preferida. Eu ainda sei que você adora que te façam carinho na orelha esquerda. E ainda sei que você faz um monte de besteira só para conseguir chamar a atenção do seu pai. Eu te conheço, você pode até fingir que não. Você continua sabendo todos os meus sonhos. Eu não mudei tanto assim. Eu continuo odiando mentiras, traições e ingratidão. E continuo amando você. Por mais irônico que isso possa parecer.
Da próxima vez que a gente se esbarrar, não precisa dizer que ainda me ama também. Não precisa correr para os meus braços nem dizer que nosso fim não passou de mais uma das nossas briguinhas idiotas. Eu vou te superar, eu prometo. Eu vou te esquecer, eu só preciso de mais um tempo curtindo o que eu ainda sinto por você. Mas não finge. Não finge que eu não fui nada, que a gente não foi nada, que a gente nunca se amou.

- Karine Rosa 




quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Loja de Histórias

Muitas vezes uma imagem vale mais que mil palavras, em outras as palavras, dão um significado especial a uma pequena imagem.



Descobri o projeto Loja de Histórias há poucos dias e estou encantada. O dono da grande ideia é um publicitário brasileiro chamado Pedrinho Fonseca. Até aí nada de novo. Exstem milhares de lojas online por aí, certo? ERRADO! Essa é totalmente diferente de todas que vocês já visitaram até hoje. Lá ninguém pode comprar ou vender nada. A moda é a troca. Você envia uma boa fotografia, e ele em troca, escreve um texto de ficção. O ponto inicial de todas a histórias são fotos que as pessoas mandam. Qualquer pessoa, seja eu ou você. Ele não quer saber de absolutamente nada sobre a imagem, nem quem é, onde é, quando foi tirada, nada memo. Assim, ele cria o texto inspirado pela foto.

 Os visitantes emprestam uma fração do real, ele devolve um pedacinho de ficção, uma proposta que, em si, já é cheia de poesia. A finalidade? "Treinar o olhar (o seu) e o verbo (o meu). Unir os dois. Que a sua imagem valha mais que mil palavras, que as minhas palavras provoquem imagens. Eis o desafio" explica o autor no site.

Confira um dos seus textos:


Infantaria.

Beijou. Sabia. Sempre soube. Isso não iria ficar na amizade, apenas. Sabia, sabia, sempre soube.
Cretino. Não: cretina. Era eu, a que deveria estar ali, mas eu, ah, eu estaria beijando firmemente a sua bochecha, não agiria dessa maneira tola, infantil, amiga, beijando sua cabeça como se fosse a sua irmã, que por sinal finge não ver nada e olha para os lados, outra cretina, fingida. Beijo de padre em coroinha, beijo meia-boca. Cretina, com esse ar de menina boa, “vem cá, tu estás tão lindo nesta moto nova”, víbora, o jeito de puxar-lhe o pescoço. Víbora, atirada, cretina, fácil. Fácil. E descabelada.
E ele com essa cara de galã americano, nunca pisou nem em Miami, que dirá nos Estados Unidos. Galã, quem dera. Canalha. Certamente jamais dirá nada, um ai sequer sobre a nossa história, são isso, os dois: uma atirada e um cretino. Isso daria um conto. Preciso disfarçar, ficar aqui me lamentando vai parecer a todos que sinto algo por ele, mas sinto, o que faço, que dúvida, que sentimento horroroso, cretinos, atirados, cara de safado, a dele.
A irmã cúmplice, lógico, como não pensei nisso, cúmplice, sim, por isso desvia os olhos, que armação contra mim, bem nas minhas ventas, sem nunca ter notado e agora esta demonstração, irão dizer que é afeto, ora, que afeto, com afeto não se brinca, todo garboso nessa moto, acha que cilindrada é centímetro. Babaca.
Ai, minha cabeça, estou tonta.
Eu vou lá.
Não, melhor não.
Vou, vou sim.
Vou arrastá-la pelos cabelos até o portão da vila.
Dane-se a minha reputação.

Bom, já estou aqui escolhendo uma foto minha para enviar lá no site. Como será que ele fará o texto? Descubra acessando e favoritando www.lojadehistorias.com.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Lendo Por Aí: Será que vale a pena?

Como entender a mente de uma pessoa que se expõe ou tem inveja do progresso de outros? Não é fácil você crescer em uma coisa que você gosta tipo (Blog),mas apelar para inveja já é demais. Querer ganhar popularidade se expondo é demais também! Eu não concordo com isso, pois acredito que tudo que queremos adquirimos através do nosso esforço e não a base de inveja e críticas direcionados a outros blogs ou até se expondo para ganhar milhões de acesso. Eu fico me perguntando o que se passa na cabeça de uma pessoa que só sabe fazer críticas que nem vão ajudar e ainda dizem: Ah, é uma crítica construtiva tá.

Me poupe!! Sendo sincera : não acredito em críticas construtivas e acho que muitas pessoas criaram este termo para acabar com o próximo que está se esforçando para crescer e fazer aquilo que gosta, aquilo que  o inspira.


Sabe por que digo isso? Porque as pessoas hoje em dia tem tido um comportamento muito assustador quando diz respeito a Web e na sua vida pessoal, também ,pois se elas agem assim aqui na Web imagina longe a internet?! Será que não têm outras coisas para fazer? Tipo cuidar de suas vidas em vez de falar dos blogs alheios  e de suas postagens? Ou dizer em rede mundial de computadores que uma pessoa não serve para criar um blog ou coisa e tal? Ou até mesmo tira a roupa para ganhar muitos acessos e cair na boca do povo?Cara, cada pessoa tem seu jeito, ninguém deve ser igual e nenhum blog tem que ser igual a outro, cada pessoa tem sua personalidade e seu jeito de criar uma postagem! Tentem amadurecer!!!É como a Bruna falou: “Abre a sua mente para aprender coisas novas sem criticar e julgar as outras pessoas”.

- Débora do Blog PINK UP

sábado, 29 de setembro de 2012

Lendo Por Aí: Dar não é fazer amor


Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca…
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado…
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
“Que que cê acha amor?”.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho…
É não ter alguém para ouvir seus dengos…
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado…

Luís Fernando Veríssimo


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Lendo Por Aí: Apaixonada por você..


Talvez não haja palavras para descrever o que eu estou sentindo nesse momento. A felicidade em meu peito é tanta, mais tanta, que por vezes tenho a impressão de que ele vai explodir. Por muito tempo andei vagando por caminhos tristes, sem esperanças e com o coração ardendo devido a tanta dor. Mas agora, finalmente eu acho que encontrei uma luz que me guia e me leva por caminhos repletos de coisas boas. Agora é estranho lembrar que um dia eu já pensei em desistir, que um dia eu já deixei de acreditar. Mas veja, agora as coisas estão tão bem que chega a ser quase inacreditável, é tão bom que parece mais com um sonho do que com a própria realidade. Mas eu sei que é real porque posso sentir você ao meu lado, posso te abraçar e nos seus braços me sinto segura, posso entrelaçar meus dedos nos teus e caminhar junto a ti, posso bagunçar teu cabelo, acariciar suas feições imperfeitas, mas que eu acho que agora passaram a ser perfeitas para mim. Você me faz tão bem, e a sensação de amar e ser amada, para mim é algo tão novo, tão saboroso, tão mágico. Ainda me impressiono com a sua facilidade em me fazer rir e me fazer chorar. Seus olhares, suas palavras, seus sorrisos, seus risos… Eu quero que você seja meu, sempre, só meu. Pois você é o único que faz loucuras por mim, é o único que sabe o que eu preciso ouvir, o único que me entende, o único em quem eu consigo confiar. Você é como um amigo, um irmão, talvez até como um pai para mim. Eu não sei o que será de mim se um dia você me deixar. Então lhe peço para que não me deixe, que independente do que acontecer esteja comigo e me segure quando eu achar que vou cair. Depois de tanto tempo e de tantos desencontros, eu finalmente percebi que é você que eu quero ao meu lado, é de você que eu preciso. E tem sido por você que acordo todos os dias e que consigo me manter equilibrada. E quando vejo a lua brilhando de maneira cintilante naquele céu tão escuro e sombrio, é apenas em você que eu penso, e me sinto bem, porque sei que em alguma hora do seu dia você também pensou em mim. Mesmo não querendo, mesmo não sendo o correto, mesmo não querendo admitir e estar diariamente fingindo que não me importo, eu tenho que confessar-lhe meu querido, eu estou apaixonada por você e não te peço nada mais do que o seu coração em troca do meu.
- Thaynara G.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lendo Por Aí: Amigos..



Amigos...
Aqueles que um dia já foram seus amigos, ou até grandes amigos, vão lhe deixando de lado, pra fazer outras pessoas ocupar o seu lugar, o seu canto, que por acaso era seu por direito, mais tudo naquele instante, você viu que mudou. Aquelas pessoas que você achava que iria está com você para sempre.. Você olha para trás e vê que aquela pessoa que você acreditava, e confiava, lhe deixou, lhe abandonou, não somente foi atrás de outras pessoas, como também, viu que ela não olhava mais para você, não enxergava que você estava ali parado, esperando receber um "Oi" e um daqueles abraços para fazer que o resto do dia fosse melhor. Ela somente esqueceu dos tempos que você fazia de tudo pra receber e ver um sorriso dela, e deixou outra pessoa fazer o que você sempre gostou, o que para você era um objetivo diário, veio a ser nada, porque ela não enxergava o que você realmente sentia.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lendo Por Aí: Eu lembro do dia que você..


Eu lembro do dia que você me ligou pra ouvir da minha boca que a gente tinha, enfim, terminado. Que eu tava bem com outro e era isso, que a vida segue pros dois. Que era isso mesmo que eu queria. O dia que você me ligou pra dizer que tava mal com tudo isso e que você achou que a gente fosse namorar em pouco tempo. Que a gente se gostava tanto, se eu tinha certeza mesmo que era isso que queria pra mim, pra nós. Foi a coisa mais linda que você já fez. Eu quis sair correndo e ir te abraçar forte, pra sempre. Eu quis chorar, porque eu sempre esperei tanto por isso e você fez logo quando eu tava tentando de novo, quando eu tava superando você e toda a sua ausência. Você e esse seu jeito de deixar a gente pra amanhã, me varrer pra baixo do tapete, me guardar na cabeceira. Eu quis fazer um sorteio de mim pra não ter que escolher entre o novo e o velho. Pra não ter que assumir a culpa de me arriscar e poder jogar a culpa na sorte, destino, qualquer outra coisa no mundo. Eu queria ter me declarado por horas e resolver nossa vida naquele instante, mas eu não tava sozinha e tive que desligar. Nessa hora, não era eu a frágil entre nós dois. Não era eu agoniada do outro lado do telefone, querendo respostas e soluções. Tanta coisa acontece em poucos meses. Tudo que era novo termina, como sempre, e eu me vejo só e sua, como sempre também. Dizem que vontade dá e passa, mas a minha continua sendo outros telefonemas como aquele, você meu, enfim. E não passa nunca, por Deus. Queria um novo romance por mês, só pra ir em direção à porta e você me chamar de volta assim. Uma pena você só ligar nessas horas e desperdiçar todas as horas que só você pode ter de mim.

Marcella Fernanda